
A planta que tenho no meu estaminé, e ao contrario do que esperava, não cometeu suicídio devido à minha presença... até floriu. :D

Desabafos, frustrações e esperava-se, num qualquer dia, boas noticias... talvez num dia de nevoeiro.

Tenho ideia de que o tipo ainda “existe”, sinto-o nos ossos. Faz parte de um círculo de amigos. Nada a fazer, tenho de viver com isso, e nada a dizer porque até ja disse demais. O estranho é que vivo com isso, sim consigo viver e é estranho. Não é que não me importe, aconteceu muita coisa para não me importar, vivo com isso mas sinto que cria uma distancia, uma pequena distancia mas que é muito profunda, como se fosse uma ravina com tendência a crescer. Esfregam-se os olhos e daí a nada já não se vê o outro lado…
No fim uma uma lagoa abrigada, com praias de areia branca e aguas calmas, há-de ser o meu destino.
Li uma parte de um livro que dizia que uma pessoa volta sempre aos locais de infância. Este lugares, com os seus cheiros, sons e luz própria vivem dentro das pessoas e às vezes sonhamos com eles.

De algum modo é assim, apetecia-me…durante toda esta tempestade houve três âncoras que me seguram firmemente onde estou, e ainda cá estou. Mas havemos de ter um barco e havemos de ir todos por esse mar fora… piratear.