
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Paciência

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para
Enquanto o tempo acelera e pede preça
Eu me recuso faço hora vou na valsa
A vida tão rara
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que me falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara(Tão rara)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para(a vida não para não)
Será que é tempo que me falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara(tão rara)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para(a vida não para não...a vida nãopara)
quarta-feira, 26 de setembro de 2007

quinta-feira, 20 de setembro de 2007
domingo, 16 de setembro de 2007
O medo, de frente

Foi duro de ouvir, como muitas coisas ultimamente, mas também, como quase tudo, é mais uma coisa "resolvi" cá dentro.
A minha cabeça é assim, um problema é para resolver, não se desiste e se é para morrer é com as botas calçadas a caminho de um lugar qualquer.
Nestes ultimos tempos então isto tem sido mais verdade que nunca, enfrentei muitos dos meus medos, fantasmas, pesadelos... tudo, tudo junto. Nada me deteve, nenhum dos meus medos.
Agora assusto-te... não sei que te diga, penso que é uma projecção tua de tempos passados, que não gostas do que tenho para te dizer... o que fôr. Olho para isso e penso, como sempre, que é algo que se resolve, só que de repente lá estou eu outra vez... esse é um problema teu, para tu resolveres.
O Artur, chamo os meus medos pelo nome , é teu "amigo" é proximo, gostas dele mesmo que seja só, tal como dizes, uma "amizade" é algo com que vivo todos os dias, é algo que está "resolvido", cá dentro, mas não está esquecido. Já disseste, e repetiste, que se não tivesse sabido que nada se teria passado, e que já estaria esquecido. Teria sido melhor uma mentira, dizes tu. O que me garante que hoje não estejas a mentir para me poupar neste caso ou noutros... como acreditar em ti, em nós, nisto tudo. Isto é medo.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Cinnamon Girl



